Um homem condenado a 31 anos e 1 mês de prisão por estrangular a própria namorada. Uma mãe que continua defendendo o filho diante do Tribunal do Júri. Uma irmã que presta um depoimento doloroso sobre a morte da vítima. E uma informação sobre o passado do acusado que torna esse julgamento ainda mais inquietante: ele já teria sido acusado de tentar matar outra companheira.
Será que existia um padrão de violência contra as mulheres com quem ele se relacionava?
O caso foi julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Minas Novas, em Minas Gerais, e envolve o assassinato de C.M.C., cometido por seu então namorado, identificado pelas iniciais U.R.M.
Segundo a acusação acolhida pelos jurados, o crime aconteceu em 20 de fevereiro de 2025, quando o casal retornava de uma viagem de motocicleta. Durante o trajeto, o homem desviou para uma região deserta e matou a companheira por asfixia, comprimindo diretamente o pescoço da vítima.
O que deveria ser uma viagem comum terminou em uma tragédia.
Durante o julgamento, os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio no contexto de uma relação íntima de afeto.
Mas o plenário também foi marcado pelos depoimentos dos familiares.
A mãe do acusado compareceu ao julgamento e continuou defendendo o filho. Do outro lado, a irmã da vítima prestou um depoimento doloroso, enquanto um primo também participou da sessão.
O contraste entre a defesa familiar do réu e o sofrimento dos parentes da vítima tornou esse julgamento especialmente marcante.
Outro elemento chama a atenção: conforme informações divulgadas pela imprensa regional, o acusado também responderia por uma tentativa de feminicídio contra uma ex-companheira, relacionada a fatos ocorridos em 2020.
Essa informação levanta questionamentos sobre possíveis episódios anteriores de violência, mas é importante esclarecer que não há confirmação, nas informações disponíveis, de um segundo feminicídio consumado ou de que o condenado seja um assassino em série.
SENTENÇA
Em 1º de setembro de 2026, o Tribunal do Júri de Minas Novas/MG condenou U.R.M. a 31 ANOS E 1 MÊS DE RECLUSÃO pelo feminicídio de sua namorada.
O Conselho de Sentença acolheu as qualificadoras apresentadas pela acusação, e a sentença também considerou a premeditação da conduta na fixação da pena.
PROCESSO Nº 0004011-71.2025.8.13.0418
TRIBUNAL: Tribunal de Justiça de Minas Gerais — TJMG.
COMARCA: Minas Novas/MG.
Neste vídeo, você acompanha os depoimentos e os momentos do julgamento, incluindo a participação da mãe do acusado, o relato da irmã da vítima, os questionamentos em plenário e o desfecho de um caso de feminicídio que terminou com uma condenação superior a três décadas de prisão.
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Um homem condenado a 31 anos e 1 mês de prisão por estrangular a própria namorada. Uma mãe que continua defendendo o filho diante do Tribunal do Júri. Uma irmã que presta um depoimento doloroso sobre a morte da vítima. E uma informação sobre o passado do acusado que torna esse julgamento ainda mais inquietante: ele já teria sido acusado de tentar matar outra companheira.
Será que existia um padrão de violência contra as mulheres com quem ele se relacionava?
O caso foi julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Minas Novas, em Minas Gerais, e envolve o assassinato de C.M.C., cometido por seu então namorado, identificado pelas iniciais U.R.M.
Segundo a acusação acolhida pelos jurados, o crime aconteceu em 20 de fevereiro de 2025, quando o casal retornava de uma viagem de motocicleta. Durante o trajeto, o homem desviou para uma região deserta e matou a companheira por asfixia, comprimindo diretamente o pescoço da vítima.
O que deveria ser uma viagem comum terminou em uma tragédia.
Durante o julgamento, os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio no contexto de uma relação íntima de afeto.
Mas o plenário também foi marcado pelos depoimentos dos familiares.
A mãe do acusado compareceu ao julgamento e continuou defendendo o filho. Do outro lado, a irmã da vítima prestou um depoimento doloroso, enquanto um primo também participou da sessão.
O contraste entre a defesa familiar do réu e o sofrimento dos parentes da vítima tornou esse julgamento especialmente marcante.
Outro elemento chama a atenção: conforme informações divulgadas pela imprensa regional, o acusado também responderia por uma tentativa de feminicídio contra uma ex-companheira, relacionada a fatos ocorridos em 2020.
Essa informação levanta questionamentos sobre possíveis episódios anteriores de violência, mas é importante esclarecer que não há confirmação, nas informações disponíveis, de um segundo feminicídio consumado ou de que o condenado seja um assassino em série.
SENTENÇA
Em 1º de setembro de 2026, o Tribunal do Júri de Minas Novas/MG condenou U.R.M. a 31 ANOS E 1 MÊS DE RECLUSÃO pelo feminicídio de sua namorada.
O Conselho de Sentença acolheu as qualificadoras apresentadas pela acusação, e a sentença também considerou a premeditação da conduta na fixação da pena.
PROCESSO Nº 0004011-71.2025.8.13.0418
TRIBUNAL: Tribunal de Justiça de Minas Gerais — TJMG.
COMARCA: Minas Novas/MG.
Neste vídeo, você acompanha os depoimentos e os momentos do julgamento, incluindo a participação da mãe do acusado, o relato da irmã da vítima, os questionamentos em plenário e o desfecho de um caso de feminicídio que terminou com uma condenação superior a três décadas de prisão.
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