O custo de vida está a tomar conta dos dias e das carteiras de todos os cidadãos e residentes no país. Que medidas se devem adotar? No Expresso da Meia-Noite em podcast, Bernardo Ferrão, Ricardo Costa, Miguel Morgado, José Maria Pimentel, Cristina Rodrigues e Ana Mendes Godinho reúnem-se para comentar e debater este tema.
O assunto dominou o debate quinzenal com o Governo a reafirmar que, em vez de novas medidas direcionadas num só sentido, como exige a oposição, prefere que os portugueses tenham mais dinheiro no bolso e possam decidir. Ainda assim, os impactos são muitos, mas Portugal permanece pacífico, este sábado (10) acontecem as primeiras manifestações.
Nos últimos dias, Madrid, Paris e Bruxelas foram palco de confrontos violentos, a falta de condições nas escolas e o eterno problema da habitação dão corpo aos protestos. Pelo meio muitos infiltrados com outras agendas, sobretudo políticas, como Melenchon em França, já a pensar nas eleições do próximo ano.
Ouça o debate emitido na SIC Notícias a 9 de outubro.
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O custo de vida está a tomar conta dos dias e das carteiras de todos os cidadãos e residentes no país. Que medidas se devem adotar? No Expresso da Meia-Noite em podcast, Bernardo Ferrão, Ricardo Costa, Miguel Morgado, José Maria Pimentel, Cristina Rodrigues e Ana Mendes Godinho reúnem-se para comentar e debater este tema.
O assunto dominou o debate quinzenal com o Governo a reafirmar que, em vez de novas medidas direcionadas num só sentido, como exige a oposição, prefere que os portugueses tenham mais dinheiro no bolso e possam decidir. Ainda assim, os impactos são muitos, mas Portugal permanece pacífico, este sábado (10) acontecem as primeiras manifestações.
Nos últimos dias, Madrid, Paris e Bruxelas foram palco de confrontos violentos, a falta de condições nas escolas e o eterno problema da habitação dão corpo aos protestos. Pelo meio muitos infiltrados com outras agendas, sobretudo políticas, como Melenchon em França, já a pensar nas eleições do próximo ano.
Ouça o debate emitido na SIC Notícias a 9 de outubro.
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• A carga fiscal sobre o rendimento do trabalho diminuiu, com várias revisões em baixa e desdobramentos nas tabelas de retenção na fonte e escalões do IRS.
• Embora os ganhos nominais de rendimento pareçam expressivos (cerca de 90€ a mais no salário médio face ao ano anterior), a inflação real reduz o ganho de poder de compra para o pior nível dos últimos três anos (estimando-se um ganho real médio de apenas 1,8%).
- já o trabalhador que ganha o ordenado mínimo, ganha fôlego financeiro porque a subida salarial de 2027 (+5,4%) bate confortavelmente a inflação estimada (2,3%). Porém, a subida contínua de despesas críticas, como a habitação, ditará se estes 24€ adicionais de poder de compra se traduzem numa folga visível ou apenas na manutenção do nível de subsistência O trabalhador ganha fôlego financeiro porque a subida salarial de 2027 (+5,4%) bate confortavelmente a inflação estimada (2,3%). Porém, a subida contínua de despesas críticas, como a habitação, ditará se estes 24€ adicionais de poder de compra se traduzem numa folga visível ou apenas na manutenção do nível de subsistência
Concluindo - Perante a atual ebulição do mundo, Portugal mantem o nível de vida.
PS: Para quem vive em zonas em que a habitação mais aumentou, se tiver casa própria, saiu-lhes a lotaria, se paga renda e não consegue acomodar a diferença, tem de se fazer á vida e mudar para uma zona mais barata.