Bruno Vichi se formou em direito na PUC-SP, fez carreira em um dos maiores escritórios de advocacia do país, deu aula de direito administrativo e lançou livro. Com o escritório crescendo sem parar, descobriu um dia que já não era chamado pelo nome: era o 168, o número do timesheet.
Em 2003 veio para Brasília como diretor jurídico da Radiobrás, entrou em ciências sociais na UnB, fez a formação clínica em psicanálise e conheceu o budismo tibetano. Em 2010, abriu mão da clínica e de um relacionamento de cinco anos para entrar no primeiro retiro tradicional de três anos, três meses e três dias. Sem telefone, sem visitas, com cartas da família a cada três meses.
Quando saiu, viu um smartphone pela primeira vez. Hoje é um dos lamas do Kagyu Pende Gyamtso, em Brasília, professor da pós-graduação em meditação da Santa Casa de São Paulo e pai do Fernando. Nesta conversa, fala do que encontrou no retiro, de onde Freud e Buda se encontram e do que é liberdade num mundo desenhado para capturar a nossa atenção.
Capítulos:
00:00 Abertura
01:00 De São Paulo a Brasília
06:36 A conversa com o pai
09:24 Em busca de sentido no direito
16:33 Quando o nome virou número
18:59 Freud, Lacan e o sentimento oceânico
23:06 O barro que precisava ser amassado
30:12 Psicanalista, lama, pai
32:20 O que ficou para trás
36:18 O primeiro smartphone
40:06 Pai do Fernando
42:41 O Dalai Lama e a planilha de Excel
45:19 O que é consciência
49:04 É possível aprender a viver bem?
53:18 Liberdade e atenção
Apresentação: Euler Rodrigues
Produção: c'alma - instituto de formação humana
maiscalma.com.br
Bruno Vichi se formou em direito na PUC-SP, fez carreira em um dos maiores escritórios de advocacia do país, deu aula de direito administrativo e lançou livro. Com o escritório crescendo sem parar, descobriu um dia que já não era chamado pelo nome: era o 168, o número do timesheet.
Em 2003 veio para Brasília como diretor jurídico da Radiobrás, entrou em ciências sociais na UnB, fez a formação clínica em psicanálise e conheceu o budismo tibetano. Em 2010, abriu mão da clínica e de um relacionamento de cinco anos para entrar no primeiro retiro tradicional de três anos, três meses e três dias. Sem telefone, sem visitas, com cartas da família a cada três meses.
Quando saiu, viu um smartphone pela primeira vez. Hoje é um dos lamas do Kagyu Pende Gyamtso, em Brasília, professor da pós-graduação em meditação da Santa Casa de São Paulo e pai do Fernando. Nesta conversa, fala do que encontrou no retiro, de onde Freud e Buda se encontram e do que é liberdade num mundo desenhado para capturar a nossa atenção.
Capítulos:
00:00 Abertura
01:00 De São Paulo a Brasília
06:36 A conversa com o pai
09:24 Em busca de sentido no direito
16:33 Quando o nome virou número
18:59 Freud, Lacan e o sentimento oceânico
23:06 O barro que precisava ser amassado
30:12 Psicanalista, lama, pai
32:20 O que ficou para trás
36:18 O primeiro smartphone
40:06 Pai do Fernando
42:41 O Dalai Lama e a planilha de Excel
45:19 O que é consciência
49:04 É possível aprender a viver bem?
53:18 Liberdade e atenção
Apresentação: Euler Rodrigues
Produção: c'alma - instituto de formação humana
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