TRIBUNAL DO JÚRI: IRMÃ E CUNHADO DE NÁVIA DÃO SUA VERSÃO DIANTE DOS JURADOS

CASOS REAIS DE TRIBUNAL DO JÚRI

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CASO CABELEIREIRA NÁVIA — PARTE 3 | INTERROGATÓRIO DOS RÉUS
Caso: Caso CabeleIREIRA Návia / Caso Maninha
Vítima: Návia Regina Christan, conhecida como Maninha
Acusados: Silvana Cristan, Joarez Antônio Pellinson, Rosane de Lima Araújo e Robsom Araújo de Moraes Soares
Local dos fatos: Tramandaí/RS
Data do homicídio: 5 de novembro de 2018
Julgamento: Tribunal do Júri da Comarca de Tramandaí/RS
Foco deste vídeo: interrogatório dos quatro réus e as diferentes versões apresentadas diante do Conselho de Sentença.
Nesta PARTE 3 do Caso Cabeleireira Návia, você acompanha um dos momentos mais importantes do julgamento: os próprios acusados falando diretamente aos jurados sobre as acusações que enfrentam.
Silvana Cristan, irmã de Návia, nega ter mandado matar a vítima. Questionada diretamente pela defesa, responde: “Eu jamais faria isso”. Ela fala sobre a relação entre as irmãs, os anos em que trabalharam juntas e rejeita a ideia de que uma disputa comercial entre os salões pudesse explicar o crime.    Texto colado(20260930-005727)
Na sequência, Joarez Antônio Pellinson, cunhado de Návia, também nega ter ordenado a morte. Ele sustenta que teria sido alvo de uma tentativa de extorsão e afirma que a história construída contra ele teria motivação financeira. Durante o interrogatório, Joarez diz que teria recebido pedidos de dinheiro e resume sua versão dizendo: “Era um golpe.”    Texto colado(20260930-005727)    Texto colado(20260930-005727)
O depoimento de Rosane de Lima Araújo apresenta uma versão diferente. Sua própria defesa reconhece que ela admite participação em alguma medida nos acontecimentos. Rosane afirma estar arrependida, pede desculpas à família de Návia e diz que teria se envolvido porque estava sendo coagida e ameaçada. Segundo sua versão, teria sido usada para realizar parte do que chamou de “serviço sujo”.    Texto colado(20260930-005727)
Rosane mantém essa versão até o final do interrogatório e afirma que não teria aceitado qualquer benefício para modificar seu depoimento. Segundo ela, sua versão continuaria a mesma mesmo diante das críticas que esperava receber posteriormente.    Texto colado(20260930-005727)
Por fim, Robsom Araújo de Moraes Soares nega qualquer participação na morte de Návia. Ele afirma que não conhecia a vítima e diz também que não conhecia Silvana nem Joarez antes do processo. Questionado diretamente sobre seu envolvimento, responde que não teria nada a ver com os fatos.    Texto colado(20260930-005727)
No encerramento, Robsom volta a afirmar diante dos jurados que não participou da morte de Návia e sustenta que só teria conhecido Joarez pessoalmente durante o próprio julgamento.    Texto colado(20260930-005727)
O resultado é um bloco de interrogatórios marcado por negações, acusações cruzadas, versões conflitantes, alegações de ameaça, dinheiro, pressão e participação no crime. Cada réu apresenta sua própria narrativa, e cabe ao Conselho de Sentença confrontar essas declarações com as demais provas e depoimentos apresentados no julgamento.
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