Fernando da Silva Ribeiro é natural de Lagares, Felgueiras. Os seus pais eram proprietários agrícolas. Fez a instrução primária. Antes de ter sido mobilizado para Moçambique, trabalhava na tecelagem. Para evitar o serviço militar obrigatório, tentou fugir para a França, mas acabou por ser detido. Foi ferido em combate. Esteve internado em dois hospitais militares em Moçambique. Depois de ter sido evacuado para Lisboa, foi internado no Hospital Militar Principal, anexo da Estrela. Vive desde então no Lar Militar, construído para acolher os deficientes militares. Nesse local, trabalhou como relojeiro e na área da encadernação. Conta como eram as condições de vida dos combatentes portugueses no “mato” (teatro de guerra), mas também as suas vivências no Lar Militar.
00:00:00 Apresentação
00:01:10 Percurso escolar e profissional
00:01:35 Notificação de mobilização
00:05:18 Preparação militar
00:06:52 Embarque para Moçambique
00:09:32 Tempo de serviço
00:11:14 Adaptação ao território
00:12:48 Dia-a-dia no quartel
00:13:56 Correspondência
00:15:23 Água e alimentação
00:16:23 Assistência médica
00:17:38 Acidente e ferimentos
00:21:20 Internamento hospitalar I
00:24:00 Evacuação para Portugal
00:25:14 Tempos livres
00:25:36 Épocas festivas
00:25:49 Contacto com população local
00:26:22 Dificuldades diárias
00:27:19 Camaradagem militar
00:28:26 Marcas da guerra I
00:29:20 Internamento hospitalar II
00:30:36 Criação do Lar Militar
00:31:04 Reintegração laboral
00:32:07 Marcas da guerra II
00:34:22 Conselhos às gerações vindouras
00:36:07 Como ser recordado
Fernando da Silva Ribeiro é natural de Lagares, Felgueiras. Os seus pais eram proprietários agrícolas. Fez a instrução primária. Antes de ter sido mobilizado para Moçambique, trabalhava na tecelagem. Para evitar o serviço militar obrigatório, tentou fugir para a França, mas acabou por ser detido. Foi ferido em combate. Esteve internado em dois hospitais militares em Moçambique. Depois de ter sido evacuado para Lisboa, foi internado no Hospital Militar Principal, anexo da Estrela. Vive desde então no Lar Militar, construído para acolher os deficientes militares. Nesse local, trabalhou como relojeiro e na área da encadernação. Conta como eram as condições de vida dos combatentes portugueses no “mato” (teatro de guerra), mas também as suas vivências no Lar Militar.
00:00:00 Apresentação
00:01:10 Percurso escolar e profissional
00:01:35 Notificação de mobilização
00:05:18 Preparação militar
00:06:52 Embarque para Moçambique
00:09:32 Tempo de serviço
00:11:14 Adaptação ao território
00:12:48 Dia-a-dia no quartel
00:13:56 Correspondência
00:15:23 Água e alimentação
00:16:23 Assistência médica
00:17:38 Acidente e ferimentos
00:21:20 Internamento hospitalar I
00:24:00 Evacuação para Portugal
00:25:14 Tempos livres
00:25:36 Épocas festivas
00:25:49 Contacto com população local
00:26:22 Dificuldades diárias
00:27:19 Camaradagem militar
00:28:26 Marcas da guerra I
00:29:20 Internamento hospitalar II
00:30:36 Criação do Lar Militar
00:31:04 Reintegração laboral
00:32:07 Marcas da guerra II
00:34:22 Conselhos às gerações vindouras
00:36:07 Como ser recordado