Agostinho Pereira de Miranda recorda a infância "dramática, violenta e pobre" entre Angola e o Alto Minho, o crime que denunciou aos 9 anos, o amor pela música que lhe deu sustento e a luta contra a Ditadura. Foi arquivista, cantor, professor do secundário — e, mais tarde, universitário — foi jornalista e comentador televisivo. Na justiça, foi procurador e inspetor da Polícia Judiciária antes de se estabelecer como advogado. Uma entrevista de vida do Justiça Cega — Especial Verão.
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