Um dia em 1987 quando o Chico buarque esteva aqui na nossa cidade, num futebol incerto, com nuances de uma tarde ensolarada, ali estava eu e tantos sonhos perambulando a beleza desse ícone mundial Chico , nosso William Shakespeare
O povo conviverá com menos da metade Se continuar aceitando as canalhices dos poderes Não vai dar para comprar mais a kilos Tudo será na base de uma unidade Grão de feijão Grão de arroz Grão de farinha Tudo misturado com meia metade de pescoço de galinha. Enquanto Lulinha e Janjinha E a bandidagem esquedista comunista Juntos com "empresários" (ladrões) que se intitulam democratas capitalista Abarrotam as contas bancárias de bandidos politiqueiros e artistas propagandeiros do padin Lula Com proteção dos demos capas pretas magistrados Que veem tocando fogo de derespeito a justiça Onde brechas das leis transformam canetas Em varinha de condão para soltar A bandidagem com bala na agulha desfrutar liberdade Mas ainda pode mudar É só os eleitores deixarem de ilusão E ter consciência na hora de votar Não fazendo mais de urna lixeira Talvez assim surjam mais magistrados Como o ministro André Mendonça E Promotores como Lincoln Gakiya.
Chico , nosso William Shakespeare