A trágica história de Olga Benário, a jovem judia alemã de família rica de Munique que se tornou a mulher de Luís Carlos Prestes e que, em 1936, grávida de sete meses, foi entregue pelo governo brasileiro à Gestapo de Hitler. Quem foi Olga Benário? Nascida Olga Gutmann Benario, em Munique, em 12 de fevereiro de 1908, filha do advogado Leo Benario e de Eugenie Gutmann, da alta sociedade da Baviera, ela deixou o conforto da família aos 17 anos, libertou Otto Braun de um tribunal de Berlim em 1928, recebeu treinamento militar em Moscou e foi escolhida para proteger o Cavaleiro da Esperança na volta ao Brasil. Olga Benário Prestes morreu aos 34 anos, em abril de 1942, na câmara de gás de Bernburg, depois de passar pelos campos de concentração de Lichtenburg e Ravensbrück.
Neste documentário, contamos a história de Olga desde a infância em Munique, a juventude em Berlim e a fuga para Moscou, a viagem de 1934 e 1935 com Prestes como o falso casal português "Antônio e Maria Vilar", o amor que nasceu no caminho, a vida clandestina no Rio de Janeiro e a Intentona Comunista de novembro de 1935. Mostramos a prisão de Olga e Prestes na rua Honório, no Méier, em 5 de março de 1936, a Casa de Detenção da rua Frei Caneca, as companheiras de cela, o habeas corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal em 17 de junho de 1936 e a noite em que Olga e Elise Ewert, a Sabo, foram retiradas da prisão e embarcadas no navio La Coruña.
Contamos também o nascimento de Anita Leocádia Prestes na prisão de Barnimstrasse, em Berlim, em 27 de novembro de 1936, a campanha internacional de Leocádia Prestes pela neta, o dia em que a Gestapo tirou a criança dos braços da mãe, a carta de despedida ("lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo"), a morte da mãe de Olga em Theresienstadt e do irmão em Auschwitz, a libertação de Prestes em 1945, o livro de Fernando Morais e o filme "Olga", de 2004.
Assuntos abordados neste vídeo: Olga Benário, quem foi Olga Benário, Olga Benario Prestes, Olga Benário história real, morte de Olga Benário, Luís Carlos Prestes, mulher de Prestes, Anita Leocádia Prestes, Leocádia Prestes, filme Olga, livro Olga Fernando Morais, Intentona Comunista 1935, Getúlio Vargas, Filinto Müller, habeas corpus Olga STF, Ravensbrück, Bernburg, Gestapo, Graciliano Ramos Memórias do Cárcere, mulheres da história do Brasil
Se você gosta de histórias reais de mulheres que viveram entre o brilho e a tragédia, inscreva-se no canal, ative o sininho e conte nos comentários: você já conhecia a história de Olga e da menina que nasceu numa cela de Berlim?
#OlgaBenário #LuísCarlosPrestes #HistóriasReais #HistóriaDoBrasil #Documentário
Aviso: este vídeo é um documentário biográfico baseado em fontes públicas (o livro "Olga", de Fernando Morais, os trabalhos da historiadora Anita Leocádia Prestes, o acórdão do habeas corpus 26.155 do Supremo Tribunal Federal, os arquivos do Memorial de Ravensbrück e do projeto Stolpersteine de Berlim, "Memórias do Cárcere", de Graciliano Ramos, e a imprensa da época). Trechos dramatizados ou sem comprovação documental completa, como diálogos, sentimentos e reações relatadas por terceiros, são apresentados como relatos ou versões. O vídeo aborda a perseguição nazista e o Holocausto como fatos históricos, com finalidade educativa e de memória.
A trágica história de Olga Benário, a jovem judia alemã de família rica de Munique que se tornou a mulher de Luís Carlos Prestes e que, em 1936, grávida de sete meses, foi entregue pelo governo brasileiro à Gestapo de Hitler. Quem foi Olga Benário? Nascida Olga Gutmann Benario, em Munique, em 12 de fevereiro de 1908, filha do advogado Leo Benario e de Eugenie Gutmann, da alta sociedade da Baviera, ela deixou o conforto da família aos 17 anos, libertou Otto Braun de um tribunal de Berlim em 1928, recebeu treinamento militar em Moscou e foi escolhida para proteger o Cavaleiro da Esperança na volta ao Brasil. Olga Benário Prestes morreu aos 34 anos, em abril de 1942, na câmara de gás de Bernburg, depois de passar pelos campos de concentração de Lichtenburg e Ravensbrück.
Neste documentário, contamos a história de Olga desde a infância em Munique, a juventude em Berlim e a fuga para Moscou, a viagem de 1934 e 1935 com Prestes como o falso casal português "Antônio e Maria Vilar", o amor que nasceu no caminho, a vida clandestina no Rio de Janeiro e a Intentona Comunista de novembro de 1935. Mostramos a prisão de Olga e Prestes na rua Honório, no Méier, em 5 de março de 1936, a Casa de Detenção da rua Frei Caneca, as companheiras de cela, o habeas corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal em 17 de junho de 1936 e a noite em que Olga e Elise Ewert, a Sabo, foram retiradas da prisão e embarcadas no navio La Coruña.
Contamos também o nascimento de Anita Leocádia Prestes na prisão de Barnimstrasse, em Berlim, em 27 de novembro de 1936, a campanha internacional de Leocádia Prestes pela neta, o dia em que a Gestapo tirou a criança dos braços da mãe, a carta de despedida ("lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo"), a morte da mãe de Olga em Theresienstadt e do irmão em Auschwitz, a libertação de Prestes em 1945, o livro de Fernando Morais e o filme "Olga", de 2004.
Assuntos abordados neste vídeo: Olga Benário, quem foi Olga Benário, Olga Benario Prestes, Olga Benário história real, morte de Olga Benário, Luís Carlos Prestes, mulher de Prestes, Anita Leocádia Prestes, Leocádia Prestes, filme Olga, livro Olga Fernando Morais, Intentona Comunista 1935, Getúlio Vargas, Filinto Müller, habeas corpus Olga STF, Ravensbrück, Bernburg, Gestapo, Graciliano Ramos Memórias do Cárcere, mulheres da história do Brasil
Se você gosta de histórias reais de mulheres que viveram entre o brilho e a tragédia, inscreva-se no canal, ative o sininho e conte nos comentários: você já conhecia a história de Olga e da menina que nasceu numa cela de Berlim?
#OlgaBenário #LuísCarlosPrestes #HistóriasReais #HistóriaDoBrasil #Documentário
Aviso: este vídeo é um documentário biográfico baseado em fontes públicas (o livro "Olga", de Fernando Morais, os trabalhos da historiadora Anita Leocádia Prestes, o acórdão do habeas corpus 26.155 do Supremo Tribunal Federal, os arquivos do Memorial de Ravensbrück e do projeto Stolpersteine de Berlim, "Memórias do Cárcere", de Graciliano Ramos, e a imprensa da época). Trechos dramatizados ou sem comprovação documental completa, como diálogos, sentimentos e reações relatadas por terceiros, são apresentados como relatos ou versões. O vídeo aborda a perseguição nazista e o Holocausto como fatos históricos, com finalidade educativa e de memória.