Dídio Luís de Viveiros Correia é natural da freguesia de São José, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Arquipélago dos Açores. Foi criado no Patronato de São Miguel, que, desde a década de 1900, presta assistência social às famílias mais desfavorecidas dos Açores. Antes de ter sido mobilizado para a Guiné-Bissau em 1971, começou a trabalhar aos 11 anos de idade no comércio local. A sua preparação militar (recruta e especialidade) decorreu no Batalhão de Infantaria N.º 17 (BI17), instalado na Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores. Enquanto combatente, exerceu as funções de atirador de dilagramas, tipo de granada defensiva colocada no cano da metralhadora G3, arma comummente utilizada pelas forças portuguesas. Cumpriu, na totalidade, a sua comissão de serviço, entre 1971 e 1973. Contudo, antes de ser notificado o seu regresso a Portugal, a companhia à qual pertencia foi novamente chamada para exercer funções no “mato” (teatro de guerra). Nesse contexto, foi ferido em combate. Recebeu primeiro assistência médica no Hospital Militar de Bissau. Foi evacuado para Lisboa em julho de 1973 e, consequentemente, internado no Hospital Militar Principal, anexo da Estrela, onde permaneceu até 1974. Após a sua recuperação, regressado definitivamente aos Açores, retomou as suas funções no comércio local. Relata como eram as relações entre os militares portugueses e a população local e como foi o seu longo processo de tratamento e reabilitação.
00:00:00 Apresentação
00:00:29 Percurso escolar e laboral
00:01:55 Preparação militar I
00:03:15 Embarque para a Guiné-Bissau I
00:03:38 Destacamento em Sare Bacár I
00:04:56 Equipamento militar
00:06:25 Constituição da companhia militar
00:07:31 Embarque para a Guiné-Bissau II
00:09:09 Preparação militar II
00:10:44 Destacamento em Sare Bacár II
00:12:37 Dificuldades diárias
00:14:45 Operações no "mato" I
00:16:30 Funções militares
00:17:53 Ataques do PAIGC
00:18:38 Tempo de serviço
00:18:54 Operações no "mato" II
00:19:46 Tempos livres
00:20:50 Dia-a-dia no quartel
00:21:00 Alimentação I
00:23:04 Deserções
00:25:07 Contacto com população local I
00:27:23 Alimentação II
00:30:16 Correspondência
00:32:01 Fim da comissão de serviço
00:33:02 Acidente e ferimentos
00:40:55 Evacuação
00:41:37 Tratamento hospitalar
00:44:31 Evacuação para Portugal
00:45:09 Tratamento e reabilitação I
00:51:15 Regresso aos Açores
00:53:38 Tratamento e reabilitação II
01:02:23 Reintegração laboral
01:04:44 Marcas da guerra
01:05:16 Contacto com população local II
01:06:46 Consumo de água
01:07:42 Conselhos às gerações vindouras I
01:09:29 Contacto com população local III
01:10:36 O 25 de abril de 1974
01:12:11 Como ser recordado
01:14:58 A força da fé
01:15:41 Aceitação da deficiência
01:17:17 Açores e Continente: diferenças estruturais
01:19:31 Conselhos às gerações vindouras II
Dídio Luís de Viveiros Correia é natural da freguesia de São José, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Arquipélago dos Açores. Foi criado no Patronato de São Miguel, que, desde a década de 1900, presta assistência social às famílias mais desfavorecidas dos Açores. Antes de ter sido mobilizado para a Guiné-Bissau em 1971, começou a trabalhar aos 11 anos de idade no comércio local. A sua preparação militar (recruta e especialidade) decorreu no Batalhão de Infantaria N.º 17 (BI17), instalado na Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores. Enquanto combatente, exerceu as funções de atirador de dilagramas, tipo de granada defensiva colocada no cano da metralhadora G3, arma comummente utilizada pelas forças portuguesas. Cumpriu, na totalidade, a sua comissão de serviço, entre 1971 e 1973. Contudo, antes de ser notificado o seu regresso a Portugal, a companhia à qual pertencia foi novamente chamada para exercer funções no “mato” (teatro de guerra). Nesse contexto, foi ferido em combate. Recebeu primeiro assistência médica no Hospital Militar de Bissau. Foi evacuado para Lisboa em julho de 1973 e, consequentemente, internado no Hospital Militar Principal, anexo da Estrela, onde permaneceu até 1974. Após a sua recuperação, regressado definitivamente aos Açores, retomou as suas funções no comércio local. Relata como eram as relações entre os militares portugueses e a população local e como foi o seu longo processo de tratamento e reabilitação.
00:00:00 Apresentação
00:00:29 Percurso escolar e laboral
00:01:55 Preparação militar I
00:03:15 Embarque para a Guiné-Bissau I
00:03:38 Destacamento em Sare Bacár I
00:04:56 Equipamento militar
00:06:25 Constituição da companhia militar
00:07:31 Embarque para a Guiné-Bissau II
00:09:09 Preparação militar II
00:10:44 Destacamento em Sare Bacár II
00:12:37 Dificuldades diárias
00:14:45 Operações no "mato" I
00:16:30 Funções militares
00:17:53 Ataques do PAIGC
00:18:38 Tempo de serviço
00:18:54 Operações no "mato" II
00:19:46 Tempos livres
00:20:50 Dia-a-dia no quartel
00:21:00 Alimentação I
00:23:04 Deserções
00:25:07 Contacto com população local I
00:27:23 Alimentação II
00:30:16 Correspondência
00:32:01 Fim da comissão de serviço
00:33:02 Acidente e ferimentos
00:40:55 Evacuação
00:41:37 Tratamento hospitalar
00:44:31 Evacuação para Portugal
00:45:09 Tratamento e reabilitação I
00:51:15 Regresso aos Açores
00:53:38 Tratamento e reabilitação II
01:02:23 Reintegração laboral
01:04:44 Marcas da guerra
01:05:16 Contacto com população local II
01:06:46 Consumo de água
01:07:42 Conselhos às gerações vindouras I
01:09:29 Contacto com população local III
01:10:36 O 25 de abril de 1974
01:12:11 Como ser recordado
01:14:58 A força da fé
01:15:41 Aceitação da deficiência
01:17:17 Açores e Continente: diferenças estruturais
01:19:31 Conselhos às gerações vindouras II