Melhor tertúlia da rádio, com larga vantagem sobre os outros. 2 pessoas que pensam diferente conseguem discurir assuntos, só não chegam a conclusões porque não se é exigido. Os politicos, pagos a pesonde ouro, são incapazes.
Temos que legislar um teto de 3500 para a pensão máxima. Quem quiser mais como o Ricardo pais Mamede o economista que não sabe investir para a reforma. É muito cómodo descontar 11% mais 23% da entidade patronal e na idade da reforma receber 100% com todos os aumentos da inflacção e aumentos salariais até aquela data. Assim também eu como diz o outro idiota. Invistam e assumam os riscos, não estejam na mama da segurança social. A segurança social com o teto de 3500 euros de teto máximo poderá pagar mais ás pensões mais baixas. Isto é que é preciso dizer ao povo para ter o seu apoio para que estas medidas sejam implementadas. A segurança social não pode continuar a ser o melhor fundo de investimento, sem risco, dos que melhor nível de vida já gozam. Os abrileiros passaram 5p anos a gozar com o povo povo.
Sérgio, se posso tratá-lo assim: se as reformas não têm sustentabilidade e há necessidade de mexer na idade da reforma, até porque existem regras constitucionais a cumprir, não deveria o Estado começar por olhar primeiro para aquilo que pode cortar ou congelar? Por exemplo, acabar ou congelar pensões vitalícias e estudar um teto para determinadas reformas públicas. Antes de pedir mais sacrifícios a quem trabalhou uma vida inteira, seria importante começar por dar o exemplo dentro do próprio Estado. E há outra questão que continua sem uma explicação clara. No setor privado, o trabalhador desconta 11% e a entidade empregadora suporta 23,75%. Na Administração Pública, o trabalhador também desconta 11%, mas o Estado, enquanto entidade empregadora, suporta igualmente uma contribuição para a Segurança Social. Quando houve a convergência e integração de regimes, que património, reservas e responsabilidades foram efetivamente transferidos? Que valores estavam acumulados e onde ficaram? Foram preservados, transferidos ou acabaram por ser utilizados para financiar despesas correntes? E houve alguma utilização extraordinária desses recursos em períodos de emergência financeira? E o estudo não pode ser feito escolhendo datas de início que dão jeito ao sistema para produzir a conclusão pretendida ou esconder responsabilidades anteriores. Para termos uma análise séria dos números, deveria começar pelo menos 10 anos antes da primeira bancarrota, permitindo perceber a evolução das receitas, despesas, reservas, transferências e responsabilidades antes das grandes crises financeiras. Só assim se consegue separar aquilo que resulta da evolução estrutural do sistema daquilo que foi consequência das decisões políticas e das crises. É que os portugueses merecem conhecer as contas, não ouvir meias verdades. Antes de aumentar a idade da reforma ou cortar benefícios de quem descontou durante décadas, expliquem primeiro onde foram parar os recursos e qual é exatamente a dívida do Estado para com os diferentes regimes. Transparência, contas claras e o mesmo critério para todos. Depois disso, discutimos os sacrifícios.
A dúvida que coloco é simples: falamos de Trump, do seu estilo e da sua forma de fazer política, mas não estamos a discutir a América nem a personalidade do seu presidente. Estamos a discutir o Ocidente, o Irão e a China e o equilíbrio de forças que se está a alterar. O Irão tem mísseis balísticos, um programa nuclear e um regime teocrático que mantém um discurso de profunda hostilidade a Israel. A China, por seu lado, começa a ocupar posições estratégicas que durante décadas estiveram mais associadas aos EUA. Por isso, a questão não é gostar ou não de Trump. Podemos achar o seu estilo mais de vendedor de gado do que de diplomata de salão. A questão é outra: o Ocidente quer aceitar viver permanentemente sob a ameaça do Irão? Vamos acreditar na fé e na boa vontade de um regime teocrático para moderar as suas posições? Ou vamos continuar a procurar catequistas para ensinar os “pequeninos” do islamismo político a comportarem-se? O Ocidente não pode escolher entre ingenuidade e guerra. Tem uma terceira opção: dissuasão, força quando necessária e diplomacia quando possível, sem transformar o medo numa estratégia de política externa.
Honestamente, se o PS fosse como este gajo, eu votava no PS. Infelizmente a Esquerda está tomada pela fantasia bloquista, o bom senso e o realismo desapareceu
2 pessoas que pensam diferente conseguem discurir assuntos, só não chegam a conclusões porque não se é exigido.
Os politicos, pagos a pesonde ouro, são incapazes.