Oitavo episódio do DE QUE JEITO? Rubens de Souza Paladini entrou na Polícia Civil do Rio em janeiro de 1979, depois do concurso de 1977, e passou 22 anos dando aula na Academia de Polícia. O Coronel Vasconcellos abre a conversa chamando ele de uma das maiores lendas do estado — e o que vem depois explica por quê.
Ele conta os três momentos que considera os melhores da Polícia Civil. O primeiro, na gestão de Hélio Luz: o chefe de polícia que assustava os próprios delegados, os dois dias esperando na porta do gabinete dele, e o acordo com 18 investigadores que, nas palavras do Paladini, não deixou "um vagabundo bom na rua" — até o governador não cumprir a palavra. Depois vieram outras duas fases boas, a última na gestão de Álvaro Lins.
No meio, o diagnóstico: leis que favorecem o infrator, a falta de lista tríplice para chefe de polícia, delegacias trancadas à noite, uma categoria sem representação única. A Ilha Grande, onde presos comuns e presos políticos se encontraram e nasceu o Comando Vermelho. E a frase que resume o que mudou: antigamente criança brincava de polícia e ladrão e todo mundo queria ser polícia — hoje todo mundo quer ser o ladrão.
E as histórias: as prisões de Escadinha e de Fernandinho Beira-Mar, a carta que o Beira-Mar mandou à corregedoria, o dia em que ele saiu desarmado com a filha no colo e entrou numa padaria no meio de um assalto, e o motivo que deram para tirá-lo da Academia de Polícia.
Se inscreva no canal e ative o sininho. E conta nos comentários: de que jeito você acha que se resolve isso?
Entrevista: Coronel Vasconcellos
Convidado: Rubens de Souza Paladini
Um projeto realizado com Miracle Filmworks e Visom Digital.
Este episódio tem apoio da Rio Samba Bus — o Rio acontece aqui dentro.
CAPÍTULOS
00:00 Vinheta
00:14 Abertura: quem é Rubens Paladini
01:33 O concurso de 1977 para a Polícia Civil
03:48 "Essas 17 vagas são cartas marcadas"
05:12 Os três melhores momentos da Polícia Civil
05:50 Hélio Luz, o chefe que assustava os delegados
07:50 A "delegacia debaixo da árvore"
09:17 Dois dias esperando na porta do gabinete
11:58 "40% carregam a polícia nas costas"
13:42 Os 18 investigadores e o acordo
14:35 "Não ficou um vagabundo bom na rua"
15:20 O governador que não cumpriu a palavra
16:20 A fita preta e a demissão pelo telefone
17:05 A segunda boa fase
18:01 Por que falta lista tríplice para chefe de polícia
18:37 Leis que favorecem o infrator
19:25 200 quilos de maconha e a audiência de custódia
21:24 Ilha Grande: onde nasceu o Comando Vermelho
23:48 "A corrupção era de baixo pra cima"
24:10 Apoio: Visom, Miracle Filmworks e Rio Samba Bus
25:52 "Hoje todo mundo quer ser o ladrão"
26:34 O encontro do voto com o crime
28:23 Quando o bandido era cria da comunidade
30:19 O reincidente e o faccionado
32:10 Delegacia trancada à noite
33:16 Uma polícia sem representação
34:47 A gestão Álvaro Lins
36:41 As prisões mais marcantes: Escadinha e Beira-Mar
37:54 A carta do Beira-Mar à corregedoria
40:09 Desarmado, com a filha no colo
41:13 "Meu maior patrimônio são meus amigos"
41:55 O colega que falava mal sem saber quem ele era
42:53 22 anos dando aula na Academia de Polícia
45:15 "Disseram que eu estava ensinando a roubar"
49:06 A formação do policial
50:24 "Se quer arrumar inimigo, é só falar a verdade"
51:11 A delegacia de diversões públicas
51:58 Agradecimento às polícias
52:56 A Polícia Penal e um convite
54:14 A entrega da chave
54:50 O primeiro curso de operações especiais, em 1982
55:30 Vinheta
Oitavo episódio do DE QUE JEITO? Rubens de Souza Paladini entrou na Polícia Civil do Rio em janeiro de 1979, depois do concurso de 1977, e passou 22 anos dando aula na Academia de Polícia. O Coronel Vasconcellos abre a conversa chamando ele de uma das maiores lendas do estado — e o que vem depois explica por quê.
Ele conta os três momentos que considera os melhores da Polícia Civil. O primeiro, na gestão de Hélio Luz: o chefe de polícia que assustava os próprios delegados, os dois dias esperando na porta do gabinete dele, e o acordo com 18 investigadores que, nas palavras do Paladini, não deixou "um vagabundo bom na rua" — até o governador não cumprir a palavra. Depois vieram outras duas fases boas, a última na gestão de Álvaro Lins.
No meio, o diagnóstico: leis que favorecem o infrator, a falta de lista tríplice para chefe de polícia, delegacias trancadas à noite, uma categoria sem representação única. A Ilha Grande, onde presos comuns e presos políticos se encontraram e nasceu o Comando Vermelho. E a frase que resume o que mudou: antigamente criança brincava de polícia e ladrão e todo mundo queria ser polícia — hoje todo mundo quer ser o ladrão.
E as histórias: as prisões de Escadinha e de Fernandinho Beira-Mar, a carta que o Beira-Mar mandou à corregedoria, o dia em que ele saiu desarmado com a filha no colo e entrou numa padaria no meio de um assalto, e o motivo que deram para tirá-lo da Academia de Polícia.
Se inscreva no canal e ative o sininho. E conta nos comentários: de que jeito você acha que se resolve isso?
Entrevista: Coronel Vasconcellos
Convidado: Rubens de Souza Paladini
Um projeto realizado com Miracle Filmworks e Visom Digital.
Este episódio tem apoio da Rio Samba Bus — o Rio acontece aqui dentro.
CAPÍTULOS
00:00 Vinheta
00:14 Abertura: quem é Rubens Paladini
01:33 O concurso de 1977 para a Polícia Civil
03:48 "Essas 17 vagas são cartas marcadas"
05:12 Os três melhores momentos da Polícia Civil
05:50 Hélio Luz, o chefe que assustava os delegados
07:50 A "delegacia debaixo da árvore"
09:17 Dois dias esperando na porta do gabinete
11:58 "40% carregam a polícia nas costas"
13:42 Os 18 investigadores e o acordo
14:35 "Não ficou um vagabundo bom na rua"
15:20 O governador que não cumpriu a palavra
16:20 A fita preta e a demissão pelo telefone
17:05 A segunda boa fase
18:01 Por que falta lista tríplice para chefe de polícia
18:37 Leis que favorecem o infrator
19:25 200 quilos de maconha e a audiência de custódia
21:24 Ilha Grande: onde nasceu o Comando Vermelho
23:48 "A corrupção era de baixo pra cima"
24:10 Apoio: Visom, Miracle Filmworks e Rio Samba Bus
25:52 "Hoje todo mundo quer ser o ladrão"
26:34 O encontro do voto com o crime
28:23 Quando o bandido era cria da comunidade
30:19 O reincidente e o faccionado
32:10 Delegacia trancada à noite
33:16 Uma polícia sem representação
34:47 A gestão Álvaro Lins
36:41 As prisões mais marcantes: Escadinha e Beira-Mar
37:54 A carta do Beira-Mar à corregedoria
40:09 Desarmado, com a filha no colo
41:13 "Meu maior patrimônio são meus amigos"
41:55 O colega que falava mal sem saber quem ele era
42:53 22 anos dando aula na Academia de Polícia
45:15 "Disseram que eu estava ensinando a roubar"
49:06 A formação do policial
50:24 "Se quer arrumar inimigo, é só falar a verdade"
51:11 A delegacia de diversões públicas
51:58 Agradecimento às polícias
52:56 A Polícia Penal e um convite
54:14 A entrega da chave
54:50 O primeiro curso de operações especiais, em 1982
55:30 Vinheta