Tumores grandes ou multicêntricos precisam necessariamente levar à mastectomia?
Neste videocast do Breast Saving Group, discutimos um estudo brasileiro publicado em 2026 no Journal of Surgical Oncology que comparou a oncoplastia extrema à mastectomia com reconstrução total em 276 mulheres com tumores maiores que 5cm ou multicêntricos.
E desta vez, recebemos também a Dra. Aline Regina e o Dr. Régis Paulinelli, autores do estudo, para aprofundar os resultados e os bastidores dessa pesquisa.
Os dados trazem uma discussão importante: em pacientes selecionadas, preservar a mama pode ser possível mesmo diante de tumores tradicionalmente associados à indicação de mastectomia.
No estudo, a sobrevida global em cinco anos e a sobrevida livre de recorrência locorregional foram semelhantes entre os grupos. Ao mesmo tempo, a oncoplastia extrema esteve associada a menos complicações, menor necessidade de reoperações e maior satisfação com as mamas e bem-estar psicossocial.
Ao longo do videocast, discutimos também seleção de pacientes, margens, tumores multicêntricos, ressonância magnética, diferentes técnicas oncoplásticas e a importância do treinamento do cirurgião para ampliar, com segurança, as possibilidades de conservação da mama.
Até onde podemos preservar a mama sem comprometer a segurança oncológica?
Assista à discussão completa.
Tumores grandes ou multicêntricos precisam necessariamente levar à mastectomia?
Neste videocast do Breast Saving Group, discutimos um estudo brasileiro publicado em 2026 no Journal of Surgical Oncology que comparou a oncoplastia extrema à mastectomia com reconstrução total em 276 mulheres com tumores maiores que 5cm ou multicêntricos.
E desta vez, recebemos também a Dra. Aline Regina e o Dr. Régis Paulinelli, autores do estudo, para aprofundar os resultados e os bastidores dessa pesquisa.
Os dados trazem uma discussão importante: em pacientes selecionadas, preservar a mama pode ser possível mesmo diante de tumores tradicionalmente associados à indicação de mastectomia.
No estudo, a sobrevida global em cinco anos e a sobrevida livre de recorrência locorregional foram semelhantes entre os grupos. Ao mesmo tempo, a oncoplastia extrema esteve associada a menos complicações, menor necessidade de reoperações e maior satisfação com as mamas e bem-estar psicossocial.
Ao longo do videocast, discutimos também seleção de pacientes, margens, tumores multicêntricos, ressonância magnética, diferentes técnicas oncoplásticas e a importância do treinamento do cirurgião para ampliar, com segurança, as possibilidades de conservação da mama.
Até onde podemos preservar a mama sem comprometer a segurança oncológica?
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